Giro da Tribuna: Atleta do Magnólia que vai à Olimpíada fala sobre desafios com pandemia

05/08/2020 11:31

Yeda Guimarães, atleta do Magnólia e treinada pelo coordenador der esgrima do clube petropolitano, Guilherme Giffone, foi entrevistada em série da federação internacional de Pentatlo Moderno e segue otimista para a sequência dos treinos para o maior evento esportivo do planeta.

A menos de um ano para o início dos Jogos Olímpicos de Tóquio, a brasileira Yeda, de 19 anos, falou sobre os desafios que tem enfrentado durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Até o momento, a carioca, que completa 20 anos no fim de agosto, é a única representante do país na modalidade que reúne natação, esgrima, hipismo e laser-run (tiro a laser e corrida) no Japão.

Ieda se classificou para sua primeira Olimpíada ao ser a melhor sul-americana nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019. Pelas regras de qualificação da modalidade, o Brasil poderá ter até mais três representantes (um no feminino e dois no masculino) no torneio.

Como se sentiu em 2019, quando terminou em quarto nos Jogos Pan-Americanos de Lima e garantiu seu lugar nas Olimpíadas de Tóquio?

YG: “Uma mistura de emoções… felicidade, gratidão… um sentimento de realização”.

O que lembra dos Jogos Olímpicos Rio 2016? O que estava pensando naquele momento?

YG: “Eu só pensei em treinar para realizar o sonho de me qualificar para Tóquio”.

O que achou dos Jogos Olímpicos serem adiados para 2021?

YG: “Foi uma surpresa. Sempre é ruim adiar um sonho, mas sei que foi a melhor escolha para a segurança de todos. A situação com o vírus ainda é muito incerta”.

Como tem mantido sua saúde física e mental durante a pandemia?

YG: “A maior parte do meu treinamento foi realizada em casa. Eu faço o meu melhor, tanto quanto possível. Acabei usando a quarentena para descobrir alguns hobbies”.

Qual é a parte mais desafiadora?

YG: ”Manter uma rotina de treinamento. Em algumas modalidades, sou muito limitada, mas faço o máximo possível”.

O que tem de positivo?

YG: “Me conheci melhor, ultrapassei limitações físicas e mentais. Vejo o quanto amo o Pentatlo”.

Quando e por que entrou no Pentatlo Moderno?

YG: “Eu comecei no Pentatlo há 10 anos, por acaso. Meu pai trabalhava no clube onde treino e acabou conhecendo o esporte. Desde então, sou apaixonada pelo esporte e nunca estou longe dele”.

O que a motiva no treinamento?

YG: “Superar meus limites, sabendo até onde posso ir”.

Quais são seus ídolos no esporte e na vida?

YG: “No esporte, Yane Marques, sem dúvida. Ela é um exemplo de atleta que fez coisas incríveis. Na vida, minha família”.

Qual seu maior objetivo no Pentatlo Moderno?

YG: “Ir em busca de uma medalha olímpica e superar meus limites”.

 

Treinos começam nesta quarta e reforços continuam chegando

Conforme a coluna antecipou, os treinos para as equipes que vão disputar o Campeonato Estadual da Série B1 estão liberados nesta semana. O Serrano fará hoje a sua apresentação ao técnico Maurinho Fonseca no CT da Interfut, na Barra, onde começam a ser avaliados pela comissão técnica e todos serão testados para o Covid-19. A expectativa para atuar pelo segundo ano seguido pelo clube, o meia Marcelo Cabral disse ao “Momento do Esporte” (Tribuna FM) de terça-feira que está bastante animado para trabalhar e quer o acesso do Leão da Serra para 2021. Enquanto isso, o departamento de marketing confirmou a chegada nesta semana do goleiro Herbert.

Academias recebem alunos e mantêm otimismo para verão

A flexibilização das atividades esportivas em Petrópolis segue também entre as academias. A coluna apurou que os donos destes estabelecimentos reconhecem que a pandemia ainda afeta seus negócios, mas, ao mesmo tempo, se dizem otimistas quanto a um aumento a partir de outubro, quando a temperatura começa a esquentar para valer e abre caminho ao verão. A academia Locatelli, recém-reformada, tem um número de alunos que é bem satisfatório, de acordo com um dos proprietários, Bruno Weidling, que aposta no aumento de frequentadores desses espaços na estação mais quente do ano.

Academias recebem alunos e mantêm otimismo para verão 2

Sobre a academia Locatelli, as reformas feitas no local abrem caminho para a realização de mais uma edição do Petrópolis Open de Tênis, a princípio marcado para dezembro. Apesar de pairar dúvidas no ar sobre se haverá ou não o evento, a estrutura montada nas quadras é muito boa e pronta para receber alguns dos melhores tenistas brasileiros na atualidade. Tendo como coordenador-técnico o experiente professor Betinho Édler, o Open tem sido considerado o Grand Slam da Região Serrana desde 2018, pois seus participantes são ranqueados pela Confederação Brasileira de T~enis e alguns até pela ATP.

Bicicleta como direito e luta por mais espaço

Ao propôr os 10 planos para estimular o uso e o mercado da bicicleta, a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas – Aliança Bike e a Associação dos Ciclistas de Petrópolis – Acipe retomam uma luta que não chega a ser tão nova assim. Afinal, nos últimos 20 anos foram vários projetos – a maioria de ciclovia – oferecidos ao Governo Municipal, mas o argumento de que o município era “cheio de altos e baixos” nada vingou. Porém, aos poucos vem ganhando apoio e certamente entrará na agenda dos políticos na campanha eleitoral deste ano.

Concluindo os preparativos para evento de taekwondo

Recentemente campeão em duas competições virtuais de poomse, o atleta e professor Roberto Polonini está concluindo a organização do I Open Imperial de Taekwondo, que vai acontecer neste mês. O evento será virtual e uma novidade para os petropolitanos, que vão acompanhar a participação de atletas de várias partes do país. Tudo vai ser disputado através da plataforma youtube, quando enviará a gravação dos movimentos que simulam a luta. As inscrições foram abertas no início da semana e vão até o próximo dia 20 através do site da Prefeitura (www.petropolis.rj.gov.br).

Jornalista joga luz na história do futebol local

O jornalista petropolitano Leonni Pissuno, que trabalha no Globo Esporte, começa a produzir uma série de reportagens contando um pouco da história do esporte petropolitano. Para esse primeiro post no Instagram, nada melhor do que contar um pouco da relação de um dos maiores craques do futebol mundial em todos os tempos com a Cidade Imperial: Mané Garrincha. Ele nasceu e foi criado em Pau Grande, localidade da cidade vizinha de Magé, aos pés da serra de Petrópolis. Devido à proximidade dos municípios, o Alegria do Povo foi presença constante em gramados petropolitanos entre 1949 e 1952. Você tem acesso à reportagem neste link.

E-Sports da Good Gasmers nos campeonatos regionais

A Good Gamers, de Petrópolis, estreou nesta terça-feira na Copa EFA de Sports – uma das maiores competições do cenário Pró-Clubs do Fifa. Apesdar de se tratar de uma disputa bastante difícil, dada a qualidade dos adversários, o elenco petropolitano acredita que pode chegar lá. Para o jogador Fernando Rocha, a Copa tem uma atratividade especial, pois os principais destaques podem representar seus países em uma Copa do Mundo. Você pode conferir as partidas pelo canal do Youtube da Good Gamers BR.

Curtas

Cascatinha pede licença e alega crise – Desde que começou para valer a pandemia do coronavírus, em março deste ano, até aqui apenas um clube pediu licença da Liga Petropolitana de Desportos: o Cascatinha. O clube alegou crise financeira em sua saída.

Vacina será a resposta para volta dos eventos? – A tese de que somente após de uma vacinação em massa será possível voltar os campeonatos de futebol com crianças ganha força em alguns setores do desporto, inclusive ligados a Prefeitura.

Aglomeração em clubes é preocupação – Após a flexibilização de atividades em clubes e associações com sedes próprias, um esportista disse ter visto em uma sede esportiva aglomeração de pessoas num bar onde no campo a bola corria solta, no domingo passado.

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