Prefeitura de Petrópolis abre processo para compra de castramóvel

28/11/2019 12:28

Uma nova licitação para a aquisição de uma unidade móvel de castração de animais de pequeno porte, um castramóvel, foi inciada pela prefeitura no último dia 25. Este é o segundo processo contratação aberto com especificação de serviço similar em dois meses. A previsão é de que em dezembro sejam realizadas duas campanhas, nos dias 10 e 17. Além da realização das cirurgias em campanhas nos castramóveis, a prefeitura licitou ainda para 2019, a contratação de uma clínica veterinária, para a realização dos procedimentos de forma contínua, ao longo de 12 meses. 

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A redação da Tribuna questionou a prefeitura sobre os dois tipos de serviços e foi esclarecido que a licitação de setembro foi para a aquisição de um consultório móvel, tipo container com rodas e equipado que ficará com a Cobea. A licitação de dezembro é para aquisição de veículo tipo furgão para controle zoonoses para o Departamento de Vigilância em Saúde. Para os dois equipamentos, a prefeitura estimou o custo de cerca de R$ 270 mil. Para a contratação de empresa veterinária, que visa a realização dos procedimentos de forma rotineira, a prefeitura orçou R$ 430 no ano. Sobre esse, não há informação sobre a conclusão do contrato.

AS ações marcadas para dezembro vão atender as regiões da Posse, Brejal e Pedro do Rio e a expectativa é que sejam castradas 1.600 animais nesse período. Ano passado, 2021 castrações foram realizadas entre os meses de julho e novembro, atendendo animais dos moradores dos bairros do Bonfim, Castelo São Manoel, Caetitu, Jardim Salvador, Glória, Nogueira, Itaipava e Vale do Cuiabá.

Para a presidente da Ong de proteção animal Animavida, Ana Cristina de Carvalho Ribeiro, a descontinuidade do trabalho de castração pública põe todo o trabalho realizado ano passado a perder. “Quando se fica muito tempo sem fazer a castração se joga fora tudo o que já foi feito, pois volta a se perder o controle do crescimento da população animal, que cresce com muita agilidade”, pontua Ana Cristina, reforçando que da forma irregular com que vem sendo feita no município, as campanhas de castração só solucionam problemas pontuais: “Da forma como é feita só se resolve o problema individual, de pessoas que não possuem condições de pagar pelo serviço, mas a questão do controle no município não é resolvida”. 

 

 

 

 

 

 

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